Há bactérias aquáticas, como por exemplo a Aquaspirillum magnetotacticum, que possuem no seu organismo organelos especializados, os magnetossomas, que contêm magnetite, que lhes permite orientarem-se no campo magnético terrestre. Estas bactérias são anaeróbias e a sua “bússola natural” permite-lhes dentro do meio aquático localizar as zonas mais profundas com pouco ou nenhum oxigénio.

Há outros seres vivos que possuem magnetite no seu organismo, como por exemplo, as abelhas, os pombos ou as tartarugas, e muito se tem discutido sobre a sua orientação pelo campo magnético terrestre.

Os estudos sobre os efeitos que os campos magnéticos podem produzir nos seres vivos são realizados dentro da área da magnetobiologia.