Na verdade, esta teoria foi, em 2002, posta em prática pela estudante americana Britney Gallivan, que criou uma fórmula matemática para calcular a medida necessária do papel para um determinado número de dobras. Ela conseguiu fazer 12 dobras, mas, para tal, necessitou de utilizar 400 metros de comprimento de papel.

Contudo, apesar da estudante ter provado matematicamente que o número de dobras possíveis é infinito, dificilmente alguém vai conseguir provar, na prática, que pode fazer, por exemplo, 50 dobras. Recorrendo à sua fórmula, seriam necessários mais de 110 milhões de quilómetros de papel. Neste caso, se se desse mais uma dobra, o comprimento necessário de papel ultrapassaria em muito a distância da Terra ao Sol (149 milhões de km).

Em matemática, esta operação designa-se de exponenciação ou potenciação.