Os pontos luminosos que apreciamos numa qualquer noite sem nuvens e sem demasiada claridade são visíveis porque ou emitem luz própria ou refletem alguma da luz que os atinge. As estrelas têm a característica de emitir luz própria, mas não exclusivamente. As nebulosas, por exemplo, são nuvens de poeira ou gás que, em muitos casos, têm também a característica de emitir luz. As galáxias, conjuntos de milhões ou biliões de estrelas, devido à distância a que se encontram, são também percebidas como um ponto luminoso.

Os planetas, asteroides ou cometas refletem alguma da luz que embate neles, tornando possível a sua visualização. Vénus ou Júpiter, por exemplo, são relativamente fáceis, à primeira vista, de confundir com uma estrela. Já a lua, pelo seu tamanho, não suscita esse equívoco.

Por último, as estrelas cadentes são, na realidade, meteoros ou meteoritos que, ao mergulhar através do ar a altas velocidades, deixam atrás de si brilhantes traços luminosos, devido à fricção e também à ionização gerada nas camadas superiores da atmosfera.