Os pirilampos são seres bioluminescentes. A missão da emissão de luz por parte das fêmeas dos pirilampos é a atração do macho, ou seja, a atração sexual. Todas as fases do ciclo vital brilham e, no caso das larvas, o objetivo é a repulsão dos predadores. Outras capacidades de sobrevivência, como por exemplo a comunicação entre parceiros, a localização de alimento (incluindo a atração de presas), a auto-defesa, a camuflagem, entre outras, são capacidades que a bioluminescência confere a outros animais. Para que se dê a reação química que culmina na bioluminescência, é necessário que uma molécula orgânica chamada luciferina, que produz luz, se combine com o oxigénio, e apenas na presença de uma enzima chamada luciferase, que acelera a reação, há emissão de fotões de luz.

Existem várias espécies animais bioluminescentes, como alguns bivalves, insetos, crustáceos e peixes mas não são conhecidas plantas, anfíbios, répteis, aves ou mamíferos bioluminescentes.