Ao longo dos tempos, as plantas têm sido objeto de estudo na tentativa de descobrir novas fontes de obtenção de princípios ativos que possam prevenir e tratar doenças do Homem e dos animais. Muitos compostos do metabolismo primário e secundário das plantas têm efeitos analgésicos, anti-inflamatórios, desparasitantes; outros controlam problemas de vários tipos, por exemplo, do foro oncológico, neurológico, respiratório, digestivo, diabetes, entre outros.

As plantas aromáticas e medicinais (PAM) contêm determinados constituintes (alcalóides, flavonóides, óleos essenciais, etc.) ou princípios ativos que possibilitam a sua ampla utilização em fitoterapia, na indústria alimentar, farmacêutica e cosmética. Por outro lado, as PAM também proporcionam importantes benefícios ambientais, económicos e sociais, sendo frequentemente apontadas como uma alternativa para a revitalização das zonas rurais.

Contudo, o uso medicinal ou alimentar de PAM requer precauções porque, tal como os medicamentos convencionais, as plantas também têm contraindicações e podem provocar efeitos adversos.