A ideia surgiu quando Charles Arntzen na década de 90 visitou Bangkok e observou uma mãe em desespero a tentar introduzir um pedaço de banana ao seu filho recém-falecido. Nesse momento surgiu-lhe a ideia de criar alimentos com capacidade vacinal de forma a combater doenças específicas. Alimentos de fácil acesso, que atingissem todo o tipo de populações, sendo elas mais ou menos desenvolvidas.

Seguiram-se vários estudos, nos quais a planta do tabaco foi uma das primeiras a dar resultados satisfatórios, embora existisse o inconveniente de não ser comestível. Entretanto, foram modificados geneticamente e testados outros alimentos que também obtiveram bons resultados. A batata foi um dos alimentos com sucesso, mas que tem o inconveniente de não ser consumido em cru, o que levantou alguns problemas. Apesar da investigação continuar a decorrer nos dias de hoje, existe alguma resistência à colocação destes produtos no mercado, pois necessitam de respeitar as normas legais alimentares de cada país, assim como das empresas farmacêuticas.