Dormir é uma necessidade tão natural que, muitas vezes, não pensamos nela.

Pode ser definido como um estado de inconsciência de que o indivíduo pode ser despertado por um estímulo sensorial apropriado, como por exemplo um som ou um abanão, ou seja um estímulo capaz de interromper o sono. Durante este período há uma quebra da relação com o mundo exterior para que o cérebro possa dedicar-se às atividades necessárias ao seu funcionamento normal. Dormir serve para repor os recursos gastos durante o dia. Quando dormimos os músculos crescem, as funções do sistema imunitário recuperam, é libertada a hormona do crescimento, ocorre a consolidação da memória, entre outras funções.

Se se passar muito tempo sem dormir irá ocorrer um declínio físico e mental, a gordura acumula-se nas artérias, as defesas diminuem, aumenta a predisposição para o excesso de peso, aumenta a irritabilidade e a predisposição para a ocorrência de depressões, podendo mesmo acabar por morrer. Existe uma rara doença genética designada por insónia familiar fatal, em que as vítimas perdem gradualmente a capacidade de dormir, podendo morrer por exaustão no período de nove meses.

Alguns estudos revelam que as pessoas dominam aptidões e retêm melhor o conhecimento depois de “dormirem sobre os assuntos”.

Dormir pode ser uma questão de vida ou de morte.