Como funciona o código QR?

Atualmente é fulcral que as empresas sejam mais eficientes e competitivas. A quantidade e qualidade da informação que o produto, de uma dada empresa, traz consigo pode ser determinante, bem como a rapidez com que se consegue aceder a essa informação. Neste contexto, surgiu o código QR - Quick Response Code – que possui uma elevada capacidade de representação da informação e é de leitura extremamente rápida. Estes códigos representam a informação através de barras pretas e brancas, definidas nas direções horizontal e vertical de acordo com essa informação.


Os códigos QR podem ter múltiplas funcionalidades e usualmente implicam uma interação com uma aplicação do terminal móvel que realizou a leitura do código.


O código possui três quadrados (padrões de posicionamento) colocados em três dos cantos do código que permitem que o software de interpretação consiga definir a orientação, posição, tamanho do código e ângulo de leitura. Isto fornece uma liberdade total de 360º, retirando qualquer constrangimento de orientação ou ângulo para a leitura do código, pelo que, torna o código QR utilizável com qualquer terminal móvel que possua uma câmara, tendo este aspeto contribuído para a disseminação dos códigos QR.


Entre as vantagens que estes códigos introduzem podem incluir-se a capacidade de:
• junção de vários códigos (16) num código único, tornando a capacidade de dados extremamente elevada;
• correção de erros, o que permite uma leitura correta mesmo com um código sujo ou danificado, até um certo limite;
• encriptação da informação, o que torna um código seguro e apenas passível de ser lido por dispositivos que têm autorização para tal.


Em conclusão, os códigos QR são gratuitos, possuem uma capacidade de dados apreciável, são de leitura e interpretação rápidas por qualquer dispositivo móvel que possua uma câmara e podem ser usados numa multiplicidade de aplicações. Esta combinação de fatores resulta numa utilização dos códigos que se está a tornar massiva em vários domínios da sociedade atual.

Rui Fernandes (Instituto Politécnico de Bragança) - 2012-11-27 15:10:21