A evolução da ciência tem possibilitado o desenvolvimento de metodologias para responder às necessidades de pesquisas científicas. Apesar de ser importante efetuar ensaios experimentais com animais, estes estudos poderão não ser eticamente adequados, para além de dispendiosos e complexos.

A tecnologia atual possibilita a substituição do uso de animais de laboratório por modelos in vitro com características bastante semelhantes às do corpo humano. Um exemplo é o estudo do escoamento sanguíneo em microcanais, designado por PDMS (polidimetilsiloxano), no qual, através de canais de vidro ou silicone, é possível fabricar modelos anatómicos com características similares às do nosso sistema circulatório. Estes modelos possibilitam ensaios experimentais in vitro e, assim, o estudo, de uma forma simples e controlada, de diversos fenómenos patológicos, como por exemplo o estudo do escoamento sanguíneo em estenoses ou aneurismas.

Brevemente, os estudos in vitro vão ter um papel bastante importante no auxílio de diagnósticos e tratamentos clínicos mais rápidos e eficazes.