Todos nós já ouvimos falar diversas vezes em reciclagem. Mas afinal, o que fazem com esse “lixo” que separamos em nossas casas?

A reciclagem de materiais, como o vidro, por exemplo, pode ser feita eternamente, dando origem a novos vidros que não só as habituais garrafas. Já as latas de alumínio dos refrigerantes ou cerveja permitem fabricar novas peças com o mesmo nível de qualidade, dando origem, por exemplo, a novas latas ou peças de automóvel. Por cada tonelada de alumínio reciclado, evitamos a extração de 5 vezes mais minério necessário (5 toneladas), associada a toda a poluição de produção, tempo e consumo de energia, tornando-nos mais competitivos e eficientes.

Através da reciclagem de plásticos, consoante o tipo do mesmo, pode produzir-se, por exemplo, óleos combustíveis, baldes, garrafas, cabides, etc..

O papel, não pode ser reciclado indefinidamente, dada a perda de qualidade gerada, mas este material pode, contudo, ser reutilizado, antes de o colocarmos no ecoponto, evitando a perda de milhares de hectares de floresta, tão necessária à subsistência do meio ambiente.

Sabia que os componentes tóxicos nelas contidos, como cádmio, chumbo ou mercúrio, se não forem corretamente reciclados podem ir parar aos nossos lençóis freáticos provocando, entre outros efeitos, anemias, cancros, más formações genéticas ou paralisia facial? Reciclando estes materiais, são transformados noutros menos nocivos como pigmentos para tintas, fogo-de-artifício ou cerâmicas.