Há não muitos anos atrás, a reprodução de documentos não era possível sem a utilização do chamado papel químico.

Este consistia num papel contendo uma das faces revestida por uma mistura de cera e pigmentos de carbono, sendo também designado por papel carbono. Por contacto com o papel, os pigmentos de tinta eram transferidos originando uma cópia. Para distinguir os documentos assim produzidos, estes eram marcados com “Cc” que significava designava “cópia em carbono”.

Ao designado papel carbono sucedeu o papel sem carbono, também designado por papel autocopiativo, cuja invenção foi registada em 1954 pela National Cash Register nos EUA. Este papel foi a primeira aplicação industrial que utilizou microcápsulas.

Quando se coloca uma folha de papel autocopiativo entre duas folhas de papel normal e se escreve, a força exercida durante a escrita faz com que as microcápsulas de tinta rebentem, reproduzindo o duplicado na segunda folha de papel. Este papel é utilizado para obter duplicados de formulários, quer por preenchimento manual ou por impressão.

Hoje em dia estas folhas de papel químico começam a ficar extintas devido à grande comercialização de fotocopiadoras.